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Conheça os 10 melhores modelos de disjuntores

Conheça os 10 melhores modelos de disjuntores

Modelos de disjuntores é o assunto de hoje.

Os disjuntores são dispositivos projetados para suportar a demanda de corrente elétrica e garantir proteção e segurança às instalações.

Ou seja, eles promovem, com agilidade e eficiência, o desligamento de toda a energia local em casos de incidência de carga superior à estipulada no projeto ou caso ocorra qualquer outra anomalia.

Popularmente conhecidos como “chaves”, os disjuntores possuem a função de ligar ou desligar a energia.

Sobretudo, um fluxo de corrente liberado em meio ao ar, por exemplo, resulta em um arco elétrico.

No entanto, esse fenômeno libera rapidamente uma grande quantidade de energia e é o maior desafio encontrado para a interrupção de uma corrente elétrica pelo disjuntor.

Desta forma, atualmente, encontramos à disposição no mercado diversos modelos de disjuntores.

Confira neste post os 10 principais modelos de disjuntores e suas finalidades!

O que são disjuntores?

Um disjuntor é um dispositivo eletromecânico que funciona como um interruptor automático.

Ele destinado a proteger uma determinada instalação elétrica contra possíveis danos causados por curto-circuitos e sobrecargas elétricas.

A sua função básica é a de detectar picos de corrente que ultrapassem o adequado para o circuito, interrompendo-a imediatamente antes que os seus efeitos térmicos e mecânicos possam causar danos à instalação elétrica protegida.

Uma das principais características dos disjuntores é a sua capacidade de poderem ser rearmados manualmente, depois de interromperem a corrente em virtude da ocorrência de uma falha.

Diferem assim dos fusíveis, que têm a mesma função, mas que ficam inutilizados quando realizam a interrupção.

Por outro lado, além de dispositivos de proteção, os disjuntores servem também de dispositivos de manobra, funcionando como interruptores normais que permitem interromper manualmente a passagem de corrente elétrica.

Existem diversos tipos de disjuntores, que podem ser desde pequenos dispositivos que protegem a instalação elétrica de uma única habitação até grandes dispositivos que protegem os circuitos de alta tensão que alimentam uma cidade inteira.

Anteriormente o disjuntor era conhecidos como “fusível”; existiam os de rolha (rosqueados) em chaves de entrada e saída (chave faca) e posteriormente os de “cartucho” (encaixados) em chaves de entrada e saída (chave faca) e que funcionavam da mesma forma.

Posteriormente veio o disjuntor (na cor preta) e atualmente o disjuntor conhecidos como série DIN (na cor branca).

Quais são os melhores modelos de disjuntores disponíveis?

1. Disjuntor térmico

Quando ocorre um aumento inesperado da corrente de eletricidade, superando o limite determinado no projeto, o disjuntor é acionado para cortar rapidamente a energia do local.

Ou seja, a grande vantagem do disjuntor térmico é a sua simplicidade e o baixo custo.

No entanto, ele não pode ser utilizado para proteção contra curtos-circuitos.

2. Disjuntor magnético

O disjuntor magnético é acionado quando ocorre uma corrente elétrica acima do limite indicado — ele gera um campo magnético para abrir o circuito de energia e interromper o fornecimento de eletricidade.

Com isso, a interrupção é instantânea, portanto, garantindo proteção contra curtos-circuitos.

Apesar de ser um pouco mais caro, esse modelo de disjuntor é bastante indicado para a proteção de equipamentos industriais e de grande porte, sobretudo porque garante a proteção de todos os itens.

3. Modelos de disjuntores termomagnéticos

A função do disjuntor termomagnético é verificar e controlar a corrente elétrica, ou seja, interrompendo o fornecimento de energia quando é identificada qualquer anomalia no sistema.

Com isso, ele garante proteção contra curtos-circuitos, aquecimentos e sobrecargas.

Esse disjuntor une a proteção oferecida pelos disjuntores térmicos e magnéticos. Por isso, eles são bastante utilizados em instalações residenciais, industriais e comerciais.

4. Disjuntor DR

Indicados para proteger pessoas e patrimônios, esses disjuntores apresentam características contra correntes de fuga à terra em instalações elétricas com baixa tensão — como, por exemplo, consumo de energia elétrica em excesso ou incêndios.

Em casos de fios desencapados em contato com estruturas metálicas ou contato humano com a rede elétrica, o dispositivo detecta a fuga e promove o desarmamento imediato.

Ou seja, os disjuntores DR de corrente de até 30MA são propícios para a proteção de pessoas e os de 100MA ou superiores são ideais para a proteção patrimonial.

5. Disjuntor a óleo

O óleo mineral tem características isolantes e, portanto, desde o início da fabricação dos disjuntores ele é utilizado.

Os disjuntores a óleo têm grande capacidade de interrupção de correntes em curto-circuito e são utilizados para tensões de até 230 KV.

Esses equipamentos são tecnicamente ultrapassados, mas ainda são bastante utilizados devido ao custo inferior em relação aos demais.

6. Modelos de disjuntores a pequeno volume de óleo

O disjuntor a pequeno volume de óleo é indicado para tensões médias de até 63 KA. Quando solicitados para 138 KV, eles possuem capacidade máxima de 20 KA.

7. Disjuntor a ar comprimido

O ar comprimido tem a função de acionar e extinguir o arco elétrico por meio de jatos de ar no momento de interrupção — o que resfria o arco.

Sobretudo, a pressurização ocorre por meio das centrais compressoras com características especiais como filtragem e retirada de umidade do ar.

O disjuntor a ar comprimido é destinado para tensões elevadas, acima de 230 KV.

Entretanto, esse equipamento gera uma grande quantidade de ruído e, portanto, não é recomendado para áreas urbanas.

Além desse fator, temos a desvantagem do preço elevado da central geradora e a distribuição de condutores de ar no pátio da SE.

8. Modelos de disjuntores a vácuo

Esse disjuntor não necessita de gases ou líquidos que possam entrar em combustão. Ou seja, por isso, eles proporcionam segurança na operação e são usados em todo o mundo.

O disjuntor a vácuo solicita pouca energia mecânica, operando silenciosamente e com acionamentos leves, tornando-se bastante apropriado para uso em cubículos.

Ele tem vida útil longa e requer baixíssima manutenção.

9. Disjuntor a SF6

O SF6 é um gás incolor, inodoro, inerte, incombustível, não venenoso, altamente estável e com o comportamento de um gás nobre.

Ou seja, devido ao seu peso, requer extremo cuidado com o manuseio de grandes volumes que podem fixar-se em poços, ocasionando mortes por asfixia.

Apesar desse cuidado com o manuseio, o disjuntor a SF6 tem simplicidade de construção e operação, mas em casos de chaveamento de altas-tensões com linhas a vazio necessitam de resistores de pré-inserção.

Ou seja, esse disjuntor é utilizado para tensões altas e extremamente altas.

10. Modelos de disjuntores a sopro magnético

O disjuntor a sopro magnético tem como principal característica a grande resistência do arco voltaico, sendo que o arco é empurrado para dentro das câmaras de extinção e interrompido.

Os disjuntores a sopro magnético geralmente são montados em cubículos, atendendo a tensões médias de até 24 KV.

Modelos Din e Nema

Os disjuntores DIN e Nema são de baixa tensão, mas apresentam certas diferenças, entretanto, entre si.

O DIN é de fabricação europeia, de cor branca, ou seja, sendo confeccionado conforme a norma ABNT NBR NM 60898.

Já o NEMA é de confecção norte-americana (Estados Unidos), de cor preta, fabricado conforme os padrões da norma RTQ que integra a portaria do INMETRO 243, por exemplo.

Confira as características de cada um desses modelos de disjuntores.

DIN

O DIN tem a caixa fabricada de materiais com ureia formaldeído ou poliéster. Tem capacidade de interrupção de curto-circuito maior que o NEMA e disparador magnético independente.

Dessa forma, isso significa que o limiar acontece com um múltiplo de corrente nominal: sem considerar o valor da corrente, ele sempre atuará de 2 maneiras independentes: bobina (contra curto-circuito) e bimetal (contra sobrecarga).

Quanto aos elementos de fixação, o DIN tem terminal do tipo abraçadeira com ranhuras, evitando a desconexão do cabo.

Outra característica é a câmara de extinção com múltiplas aletas.

Finalmente, vale falar do revestimento dos contatos, feito em prata para conferir maior resistência elétrica e, contudo, térmica simultaneamente.

NEMA

A caixa do disjuntor NEMA é feita de baquelite, uma resina sintética que resiste ao calor e apresenta estabilidade química.

Entretanto, exibe a capacidade de interrupção de curto-circuito menor (aproximadamente, 66% da capacidade do DIN).

Seu disparador magnético apresenta limiar de atuação com baixa sensibilidade: a intensidade da corrente de curto-circuito determina a destrava do mecanismo, ou seja, sendo a proteção efetuada apenas por um componente bimetal (o disparador não tem bobina).

Os elementos de fixação do NEMA são elaborados com parafusos do tipo olhal, fator que aumenta as chances dos cabos se soltarem ao longo do tempo.

Como elemento de extinção, esse modelo de disjuntor possui somente uma chapa dobrada. Os contatos são feitos de material sintetizado, por exemplo.

De modo geral, os modelos de disjuntores DIN oferecem respostas mais rápidas que os NEMA.

Como diferenciar os tipos de disjuntores?

Os disjuntores são mecanismos super importantes para a segurança de uma casa, pois eles têm a função de proteger toda a rede elétrica de uma residência.

Sua função é a prevenção de sobrecargas na instalação elétrica, impedindo a queima de aparelhos eletrônicos e até incêndios.

Existem normas técnicas que determinam a capacidade dos disjuntores de acordo com a corrente que a rede vai receber.

Se a capacidade de um disjuntor for ultrapassada ele é desarmado automaticamente, impedindo que sobrecargas passem para a rede elétrica.

Para cada tipo de instalação elétrica existe um modelo específico de disjuntor, a escolha do disjuntor a ser utilizado depende de vários fatores.

Antes de instalar os disjuntores, devem ser avaliados o tipo de rede elétrica, os cabos elétricos e também quais equipamentos serão ligados nessa rede.

Confira o artigo que falamos da diferença entre eles.

Quais são as normas vigentes para o modelo de disjuntores?

As normas estabelecidas para os disjuntores são: NBR 5361, NBR 07118, IEC 60947-2 e IEC 60808.

É fundamental conhecer e seguir os parâmetros estabelecidos pelas normas, principalmente para instalar algum componente. Obedecendo as normas, diversos problemas são evitados.

Como você viu, é possível encontrar no mercado uma grande diversidade de modelos de disjuntores.

No entanto, é necessário conhecer a demanda de energia elétrica do local para adquirir um disjuntor adequado, que consiga fornecer proteção e segurança a todo o sistema, de acordo com as especificações do lugar.

Dê atenção às solicitações do projeto, ou seja, onde provavelmente estarão indicadas todas as necessidades do sistema e a quantidade ideal de disjuntores.

O preço desse equipamento também varia bastante e, por isso, pesquisar e realizar orçamentos é fundamental para escolher bem.

Procure um especialista para ajudá-lo nesse momento!

Vale lembrar que, quando os disjuntores são acionados, desligando toda a energia, os mesmos podem e devem ser rearmados para dar continuidade à sua função. Disjuntor é sinônimo de segurança e proteção ao sistema elétrico e operacional.

Agora que você já conhece os principais modelos de disjuntores do mercado, escolha com sabedoria o que melhor supre suas necessidades. Para ficar por dentro de outras dicas como essas, siga as nossas páginas nas redes sociais: estamos no Facebook, no Twitter, no Flickr e no LinkedIn!

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