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Um alívio para o bolso: economize energia utilizando sensores de movimento

Um alívio para o bolso: economize energia utilizando sensores de movimento

Sensores de movimento é o assunto de hoje. Com a demanda sempre crescente por eletricidade, economizar energia tem se mostrado algo fundamental atualmente.

Além disso, um menor gasto de luz também é bom para o bolso, pois reduz a conta no fim do mês.

Felizmente, existe uma maneira bem simples de economizar energia sem muito esforço: instalando sensores de movimento.

Você sabe como esse aparelho pode ajudar a economizar? Continue a leitura e descubra todas as vantagens oferecidas pelos sensores de movimento!

Como funcionam?

De forma geral, os sensores de movimento detectam a energia infravermelha que nosso corpo produz em forma de calor.

Quando uma pessoa entra na área de detecção, o aparelho lê essa energia como ondas eletromagnéticas e emite um sinal para que as luzes se acendam.

Ao deixar de sentir a energia, outro sinal é emitido para que as luzes se apaguem.

De que modo os sensores de movimento ajuda a economizar energia?

Esquecer as luzes de um cômodo acesas, por pura distração, é algo bem comum.

Esse esquecimento sai caro no fim das contas, pois paga-se pela energia que foi gasta de modo desnecessário.

A tecnologia, desse modo, surge como uma solução para evitar que isso continue acontecendo.

Como os sensores podem controlar os interruptores de um edifício, de forma a acender ou apagar as luzes, tornam-se uma ótima ferramenta para instalar em corredores, garagens, salões, banheiros e até mesmo em cômodos da casa, como quartos e salas.

Assim, quando os detectores percebem a presença de uma pessoa, as luzes imediatamente se acendem. Se deixam de senti-la, então as luzes se apagam.

Esse uso inteligente da luz contribui enormemente com a economia de energia, pois a iluminação só é ativada quando necessária.

Lâmpadas de LED: aliadas na economia de energia com sensores de movimento

Combinando os sensores com o uso de lâmpadas de LED, que são mais leves e econômicas, com maior durabilidade e menor custo de manutenção, a economia fica ainda maior.

Essas lâmpadas gastam menos energia do que as incandescentes, por exemplo, por não produzirem calor.

Também têm uma potência de iluminação maior do que outros tipos de lâmpadas, sendo necessário um menor número para iluminar ambientes grandes.

Isso que novamente gera economia, uma vez que menos lâmpadas consumirão menos energia.

Além disso, existem sensores de presença que, em um primeiro instante, reduzem a capacidade da luz para depois desligá-la.

Assim, é possível programar um sensor para que o fluxo luminoso fique em 100% ao perceber a circulação de pessoas.

Posteriormente, em 20% após a circulação parar e, depois de alguns minutos sem a presença de pessoas, desligar as luzes por completo.

Esse tipo de redução não era possível com as lâmpadas fluorescentes, e só se tornou realidade graças ao uso das lâmpadas de LED.

Outra vantagem é que esse tipo de lâmpada tem uma durabilidade de cerca de 20 anos e suporta uma grande quantidade de acendimentos, poupando trocas frequentes.

PHILIPS 10W

Trata-se de uma lâmpada de construção leve e com um valor de venda bastante interessante: essa lâmpada chega a iluminar melhor do que outras que declaram uma potência maior na embalagem.

O consumo da Philips 10W cumpre exatamente o que promete. Por isso, ela é uma ótima opção de compra para quem deseja instalar lâmpadas de LED em ambientes residenciais, que necessitam de uma iluminação básica.

OUROLUX 7W

A tecnologia dessa lâmpada e bem elaborada, e sua principal característica é fornecer uma iluminação mais forte (6500 Kelvin de temperatura). Esse fator justifica o seu preço, que chega a ser entre R$1 e R$2 mais cara do que outros modelos com a mesma potência.

Um ponto positivo da Ourolux é a durabilidade, que faz com que ela se diferencie de outras marcas de lâmpadas de LED de baixo custo.

FORD 8W

As lâmpadas de LED da Ford possuem características de durabilidade e construção similares aos modelos da Ourolux. As diferenças principais entre elas é o preço e a potência de iluminação.

As lâmpadas da Ford normalmente custam alguns centavos mais barato do que as da Ourolux, o que faz toda a diferença quando se deseja trocar integralmente os bulbos de iluminação da casa.

A outra particularidade marcante é uma iluminação menos forte, o que pode ser algo mais agradável dependendo do ambiente que você deseja iluminar. Destaque para seu dissipador de metal.

NKS 11W

O modelo de 11W da fabricante NKS possui atrativos interessantes. Com o consumo proporcional aos seus 12W de potência, diferente do que indica a sua embalagem, essa lâmpada de LED consegue iluminar muito bem ambientes grandes como, salas, garagens e outros espaços que necessitam de uma iluminação eficiente.

Diante disso, ela acaba se estabelecendo como um produto com uma boa relação custo-benefício.

AVANT 7W

Tratando-se de produtos nacionais, a Avant de 7W demonstrou ser uma das marcas de lâmpadas de LED com melhor custo-benefício.

O consumo real gira em torno de 5W e a luminosidade que ela apresenta é bastante adequada para diversos tipos de ambientes em casa. A durabilidade também é outro ponto que chama a atenção, fazendo com que ela esteja entre os modelos mais indicados.

Quando falamos de durabilidade e eficiência, cada modelo possui suas características particulares. Neste port, listamos as marcas de lâmpadas de LED que demonstram seguir padrões de fabricação mais uniformes, fator que garante um desempenho mais próximo das informações fornecidas.

E por falar nisso, você sabe por que as lâmpadas de LED se tornaram uma tendência importante na iluminação caseira e comercial? Veja aqui os 4 motivos que explicam porque as lâmpadas de LED ganharam mercado!

Avalie o cálculo luminotécnico

Para avaliar corretamente se um conjunto está bem dimensionado para o ambiente, é preciso calcular a luminância do ambiente de acordo com uma tabela da norma ABTN.

É importante escolher a lâmpada ou luminária correta para usar no seu ambiente, verificando também a iluminância adequada para cada cômodo. As normas NBR5413 e a quantidade de lux para cada ambiente devem ser observadas da seguinte forma:

  • Quantidade mínima para ambiente de trabalho: iluminância de 150 lx;
  • Para tarefas simples: 250 a 500 lx;
  • Trabalho contínuo, normal: 500 a 1000 lx;
  • Para tarefas visuais mais precisas, como trabalho fino: 1000 a 2000 lx;
  • Trabalho muito apurado/fino: acima de 2000 lx.

Bastante minucioso e complexo, esse cálculo envolve fatores que podem interferir em um grau maior ou menor de luminância. Quem trabalha com luminotécnica pode utilizar algumas ferramentas para definir esse índice com precisão.

Veja abaixo uma fórmula simplificada para saber se determinada luminária ou lâmpada pode conferir luz suficiente para um ambiente:

lm (fluxo luminoso) / m² do local = lux

Imagine que você tem um quarto de 20 m² e quer instalar um plafon com 3 lâmpadas fluorescentes pequenas de 11W, onde cada uma possui 700 lúmens. A iluminância do ambiente seria calculada dessa forma:

3 x 700 lm/20 m² = 2.100 lm /20 m² = 105 lux

Esse cálculo é realizado seguindo as normas ABNT, que informa que um dormitório precisa, obrigatoriamente, ter pelo menos 50 lux para uma iluminação geral. Assim, o resultado indica que o plafon com três lâmpadas ficaria com dimensões além do normal.

Considere a temperatura das lâmpadas

Existem 3 tipos de cores para a iluminação LED, baseadas na temperatura da cor:

1. Quente

É o tipo de cor branca amarelada e possui 2.700K a 3.000K (kelvins). Com baixo nível de iluminância, são ideais para ambientes de até 300 lux, como residências, lojas finas e restaurantes.

2. Neutra

É a cor branco neutro. Com médio nível de iluminância, seus 4.000K são próprios para ambientes com 300 lux ou mais, como os escritórios, supermercados, bancos e outros ambientes comerciais que lidam com grande circulação de pessoas.

3. Fria

É a cor de luz branco azulado, com 5.700K. Ideal para quem procura maior eficiência e melhor percepção visual, com mais contrastes, geralmente são usadas em galpões e estacionamentos — ou seja, áreas externas extensas, galerias e linhas de produção.

É importante lembrar que as lâmpadas podem variar de temperatura e, consequentemente, de cor. Apesar do nome “cor”, essa característica trata apenas de nuances da luz branca, que podem variar em cores como avermelhadas, alaranjadas, amarelas, neutras, azuladas e arroxeada.

Como você viu, o cálculo luminotécnico em iluminação LED é importante para um projeto bem sucedido. Por isso, recomenda-se sempre fazer uma medição precisa dos espaços, considerando tudo sobre o ambiente e suas características, como o teto, as paredes, o piso, entre outros.

E você, gostou desse texto? Para continuar se informando sobre o assunto, descubra aqui um pouco mais sobre a importância dos projetos luminotécnicos!

Onde os sensores de movimento podem ser instalados?

Existem modelos de sensores articulados de parede, de teto e até mesmo de embutir.

Com tanta variedade, podem ser utilizados de forma ampla e são perfeitos para aquelas áreas que precisam de monitoramento, com circulação reduzida de pessoas em certos períodos do dia.

Da mesma forma, os sensores de presença podem ajudar na segurança.

Instalados em áreas externas, como varandas, jardins e na entrada da garagem, vão acender as luzes toda vez que alguém se aproximar, anunciando a presença de pessoas e assustando um possível invasor.

Viu como fica bem mais fácil economizar energia elétrica com o uso de sensores de movimento?

Aproveite que agora já conhece os benefícios e passe a utilizar você também, garantindo menos gastos de energia elétrica e fazendo sua parte para uma sociedade mais sustentável.

Gostou das nossas dicas e tem alguma experiência para compartilhar sobre o assunto? Conte pra gente aqui nos comentários!

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